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Fonoaudiólogo em Brasília: linguagem, fala e aprendizagem

O fonoaudiólogo é o profissional de saúde que avalia e trata a comunicação humana: linguagem oral e escrita, fala, voz, fluência e as funções da boca e da face, como mastigar, engolir e respirar. Na Clínica Cognus, na Asa Sul de Brasília, a fonoaudiologia atende crianças, adolescentes e adultos com atraso de linguagem, dislexia, trocas na fala, seletividade alimentar e disfagia, e faz parte da avaliação integrada com psiquiatria e neuropsicologia.

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Fonoaudiólogo em Brasília atendendo criança em sessão de linguagem na Clínica Cognus
Fonoaudiologia

O que faz um fonoaudiólogo em Brasília

A fonoaudiologia cuida de tudo o que envolve se comunicar: entender o que os outros dizem, organizar as ideias em palavras, pronunciar os sons, ler e escrever. Também trata funções que usam os mesmos músculos da fala, como sugar, mastigar, engolir e respirar pelo nariz.

O trabalho inclui prevenção, avaliação, diagnóstico fonoaudiológico, orientação e terapia. A terapia pode ser de habilitação, quando a habilidade ainda não se desenvolveu, ou de reabilitação, quando ela foi perdida por uma lesão ou doença.

Procurar um fonoaudiólogo em Brasília que trabalhe dentro de uma equipe de saúde mental e neurodesenvolvimento traz uma vantagem: as dificuldades de comunicação raramente aparecem sozinhas, e a conversa com psiquiatra e neuropsicóloga ajuda a entender a causa.

Fonoaudiologia

Áreas de atendimento

O atendimento cobre crianças, adolescentes e adultos, com ênfase nas dificuldades de linguagem, aprendizagem e alimentação. As principais áreas são:

Linguagem oral e fonoaudiologia infantil

Na fonoaudiologia infantil, o motivo mais comum de procura é a criança que fala pouco, fala tarde ou não é compreendida por quem está fora da família. A terapia estimula vocabulário, formação de frases, compreensão e uso da linguagem nas conversas do dia a dia.

Linguagem escrita, transtornos de aprendizagem e dislexia

Dificuldades persistentes para ler, escrever ou calcular podem indicar um transtorno de aprendizagem. A dislexia é o mais conhecido: a criança tem inteligência preservada, mas lê devagar, troca letras e se cansa com textos. A avaliação diferencia a dislexia de problemas de atenção, de ensino ou de visão.

Fala e motricidade orofacial

Trocas de sons, fala pouco clara e transtornos motores da fala são trabalhados com exercícios específicos. A motricidade orofacial cuida da postura de lábios e língua, da mastigação e da respiração, e a respiração oral, quando a pessoa respira pela boca de forma habitual, é um dos quadros acompanhados.

Disfagia e seletividade alimentar

A disfagia é a dificuldade de engolir alimentos, líquidos ou saliva, comum após AVC, em doenças neurológicas e em idosos. Já a seletividade alimentar aparece com frequência em crianças, inclusive no autismo, quando texturas, cheiros ou cores limitam muito o que a criança aceita comer. As duas situações pedem avaliação cuidadosa e trabalho com a família.

Comunicação alternativa e pessoas neurodivergentes

Para quem ainda não fala ou fala pouco, a comunicação aumentativa e alternativa oferece recursos como figuras, pranchas e aplicativos. Ela não impede o desenvolvimento da fala: ajuda a pessoa a se expressar enquanto a linguagem oral é estimulada. O atendimento a crianças e adultos neurodivergentes respeita o perfil sensorial e o ritmo de cada um.

Fonoaudiologia

O papel da fonoaudiologia na avaliação integrada

Na Avaliação do Perfil Cognitivo (APC), a fonoaudiologia examina linguagem e comunicação social ao lado da psiquiatria e da neuropsicologia. Os três olhares são discutidos em equipe e reunidos em um laudo único, sob supervisão do Dr. Tiago Figueiredo, a partir dos 30 meses de idade.

Essa participação é decisiva em suspeitas de autismo e em atrasos de fala, porque ajuda a separar um problema de linguagem de uma dificuldade cognitiva ou de interação. Ela também orienta a escola sobre como adaptar leitura, escrita e instruções orais para cada aluno.

Sinais de alerta

Quando procurar a fonoaudiologia

Vale marcar uma avaliação quando algum destes sinais aparece e não melhora com o tempo:

  • Criança que aos 2 anos fala poucas palavras ou não junta palavras
  • Fala difícil de entender para pessoas de fora da família
  • Dificuldade para aprender a ler e escrever, com trocas de letras
  • Gagueira que incomoda ou limita a participação
  • Respiração pela boca, ronco ou boca sempre aberta
  • Recusa de muitos alimentos, engasgos ou dificuldade para mastigar
  • Tosse ou engasgo ao engolir, especialmente em idosos ou após AVC
  • Pouca comunicação com gestos, olhar ou palavras
Passo a passo

Como funciona o atendimento

  1. EntrevistaO fonoaudiólogo conversa com a família ou com o paciente sobre a história de desenvolvimento, a saúde, a alimentação e a queixa principal.
  2. AvaliaçãoCom brincadeiras, provas de linguagem, leitura e escrita ou observação da alimentação, conforme a idade e a queixa, são levantados os pontos que precisam de atenção.
  3. DevolutivaOs resultados são explicados à família, com o plano de terapia e, quando indicado, o encaminhamento para psiquiatria, neuropsicologia ou outras áreas.
  4. Terapia e orientaçãoAs sessões seguem metas definidas e revisadas periodicamente, com orientações para casa e para a escola, porque o que se pratica fora do consultório faz parte do tratamento.
Dr. Tiago Figueiredo, médico psiquiatra responsável por a avaliação de fonoaudiologia na Clínica Cognus
Quem supervisiona

Dr. Tiago Figueiredo, psiquiatra com doutorado em TDAH e neurodesenvolvimento

Na Cognus, a avaliação de fonoaudiologia é discutida em equipe e supervisionada pelo Dr. Tiago Figueiredo (CRM 28835-DF | CRM 100148-5 RJ), cofundador da clínica e idealizador da Avaliação do Perfil Cognitivo.

  • Residência e mestrado em Psiquiatria pelo IPUB/UFRJ
  • Doutorado (Instituto D'Or) e pós-doutorado (UFMG)
  • Treinamento em ADOS-2 na University of Washington
  • Cerca de 500 avaliações integradas na Cognus
  • Pesquisa em TDAH, autismo e cognição social
  • Autor de três livros sobre cognição social
Conheça o Dr. Tiago
Equipe

Profissionais que participam do atendimento

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre fonoaudiólogo em Brasília

Não encontrou sua pergunta? Fale com a recepção pelo WhatsApp.

Como encontrar um fonoaudiólogo em Brasília para meu filho?

Procure um profissional com registro no conselho de fonoaudiologia e experiência na queixa da criança. Na Cognus, na Asa Sul, o fonoaudiólogo atua junto com psiquiatria e neuropsicologia, o que ajuda quando a dificuldade de fala vem acompanhada de questões de comportamento ou aprendizagem.

Meu filho não fala aos 2 anos, é normal?

Merece avaliação. Aos 2 anos, a maioria das crianças já usa várias palavras e começa a juntá-las. Um atraso pode ser passageiro, mas também pode indicar dificuldade de audição, de linguagem ou do desenvolvimento, e começar a estimulação cedo faz diferença.

Fonoaudiólogo trata dislexia?

Sim. O fonoaudiólogo avalia leitura e escrita, participa do diagnóstico junto com outros profissionais e conduz a terapia, que trabalha consciência dos sons, decodificação e compreensão de textos. A escola também recebe orientações para adaptar provas e atividades.

Seletividade alimentar é caso de fonoaudiologia?

Pode ser. Quando a recusa envolve texturas, mastigação ou deglutição, o fonoaudiólogo avalia as funções orais e trabalha a aceitação gradual dos alimentos. Em muitos casos o cuidado é feito junto com pediatra, nutricionista e terapia ocupacional.

Como a Clínica Cognus conduz: fonoaudiólogo em Brasília

Centro Clínico Advance I, SGAS 915, Lotes 69/70, Salas 216/218, Asa Sul, Brasília. Atendimento de seg - sex, das 08:00 às 18:00.

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Conteúdo informativo revisado por Dr. Tiago Figueiredo (CRM 28835-DF | CRM 100148-5 RJ) em 25/09/2026. Não substitui consulta: diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual. Responsável técnico: Dr. Diêgo Figueiredo, CRM 26672-DF.

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