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Nefropatia diabética: como proteger os rins de quem tem diabetes

A nefropatia diabética é a lesão dos rins causada pelo excesso de glicose no sangue ao longo dos anos, que danifica os pequenos vasos do filtro renal. No início não dá sintomas e é detectada pela presença de albumina na urina e pela creatinina no sangue. Sem controle, pode evoluir para doença renal crônica. O tratamento combina controle da glicose e da pressão arterial, medicamentos que protegem os rins e acompanhamento regular com o nefrologista.

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Acompanhamento da nefropatia diabética com nefrologista na Clínica Cognus, Asa Sul
Nefropatia Diabética

Como o diabetes afeta os rins

A relação entre diabetes e rins é direta. A glicose elevada por muito tempo altera as paredes dos pequenos vasos que formam os glomérulos, as unidades de filtração dos rins. Com isso, o filtro passa a deixar escapar proteína e, aos poucos, perde capacidade de limpar o sangue.

Esse processo costuma levar anos e é silencioso. A pessoa se sente bem, urina normalmente e não tem dor. Quando aparecem inchaço, cansaço ou alterações na pressão, a doença renal do diabetes muitas vezes já está em fase mais avançada.

Pressão alta, tabagismo, colesterol elevado, excesso de peso e tempo longo de diabetes aumentam o risco. A boa notícia é que a detecção precoce permite agir antes que a perda de função se torne importante.

Acompanhamento da nefropatia diabética com nefrologista na Clínica Cognus, Asa Sul

Microalbuminúria: o primeiro sinal

O termo microalbuminúria ainda é muito usado para descrever a perda de pequenas quantidades de albumina na urina, detectada em exame específico. Hoje os laudos costumam falar em albuminúria aumentada. Seja qual for o nome, é o sinal mais precoce de lesão renal no diabetes e deve ser levado a sério mesmo sem sintomas.

Nefropatia Diabética

Diagnóstico e tratamento da nefropatia diabética

O diagnóstico é feito com dois exames simples: a dosagem de albumina em amostra de urina e a creatinina no sangue, usada para estimar a filtração dos rins. Como os valores podem variar, o resultado alterado é confirmado com repetição. O nefrologista também considera outras causas de doença renal, porque nem toda alteração em quem tem diabetes é causada por ele.

O tratamento tem várias frentes. Inclui manter a glicose e a pressão arterial dentro das metas definidas para cada paciente, usar medicamentos que reduzem a perda de albumina e protegem os rins, ajustar doses de remédios à função renal e orientar alimentação, atividade física e abandono do tabagismo.

O acompanhamento é contínuo. Exames periódicos mostram se a perda de albumina diminuiu e se a filtração está estável. Em fases avançadas, o nefrologista prepara o paciente com antecedência e faz os encaminhamentos necessários para terapias realizadas em centros especializados.

Nefropatia Diabética

Nefrologia e endocrinologia no mesmo endereço

Na Cognus, o nefrologista Dr. Diêgo Figueiredo e a endocrinologista Dra. Anna Gabriela atendem no mesmo endereço. Para quem tem nefropatia diabética, isso facilita a troca de informações sobre metas de glicose, escolha de medicamentos e ajustes de dose conforme a função dos rins.

A cardiologia também está disponível na clínica, o que é útil porque o diabetes com lesão renal aumenta o risco cardiovascular e pede atenção ao coração.

Sinais de alerta

Quando procurar o nefrologista

Inchaço súbito e importante, falta de ar, redução importante da urina ou febre com dor lombar pedem atendimento em pronto-socorro. Fora dessas situações, agende uma consulta se você tem diabetes e:

  • Albumina na urina alterada em mais de um exame
  • Creatinina elevada ou filtração renal reduzida
  • Pressão alta difícil de controlar
  • Inchaço nas pernas ou no rosto
  • Urina com espuma persistente
  • Muitos anos de diabetes sem avaliação dos rins
  • Dúvidas sobre ajuste de remédios à função renal
Passo a passo

Como é o acompanhamento

  1. Revisão da históriaTempo de diabetes, controle da glicose, pressão, medicações em uso, outras complicações e histórico familiar de doença renal.
  2. Exame físicoPressão arterial, peso, presença de inchaço e sinais de complicações do diabetes em outros órgãos.
  3. Exames laboratoriaisAlbumina na urina, creatinina, eletrólitos e outros exames conforme o caso, colhidos em laboratório e interpretados na consulta.
  4. Plano de proteção renalMetas de pressão e glicose, medicamentos protetores dos rins e orientações de alimentação combinadas com a endocrinologia.
  5. Retornos periódicosConsultas e exames em intervalos definidos pela fase da doença, para ajustar o tratamento a tempo.
Onde estamos

Atendimento na Asa Sul

O Dr. Diêgo Figueiredo é nefrologista (CRM 26672-DF), com residência pela UNIFESP e título de especialista pela Sociedade Brasileira de Nefrologia. A Clínica Cognus fica no Centro Clínico Advance I, SGAS 915, Asa Sul, com atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Centro Clínico Advance I
SGAS 915, Lotes 69/70, Salas 216/218
Asa Sul, Brasília - DF
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Antes de agendar

Mitos e erros comuns

Se a glicose está boa, os rins estão protegidos

O controle da glicose é essencial, mas pressão alta, tabagismo e colesterol também lesam os rins. Os exames renais precisam ser feitos mesmo com glicose controlada.

Remédio para diabetes estraga o rim

O que lesa o rim é o diabetes mal controlado. Algumas medicações precisam de ajuste de dose, mas suspender por conta própria aumenta o risco.

Só precisa de nefrologista quem vai fazer diálise

O nefrologista atua justamente nas fases iniciais, quando é possível frear a progressão da doença.

Anti-inflamatório de vez em quando não faz mal

Anti-inflamatórios podem piorar a função renal, sobretudo em quem já tem lesão. O uso deve ser conversado com o médico.

Nefrologia

Principais tratamentos da nefrologia na Cognus

Toque no tema para ver sintomas, exames e como é o acompanhamento.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre diabetes e rins

Não encontrou sua pergunta? Fale com a recepção pelo WhatsApp.

Todo diabético vai ter nefropatia diabética?

Não. Muitas pessoas com diabetes nunca desenvolvem lesão renal importante. O risco aumenta com glicose e pressão mal controladas, tabagismo e muitos anos de doença. Exames periódicos permitem detectar alterações cedo e agir antes que a função dos rins seja comprometida.

Tenho diabetes, quais exames mostram se meus rins estão bem?

Os dois exames básicos são a albumina em amostra de urina e a creatinina no sangue, que permite estimar a filtração dos rins. São simples, feitos em laboratório, e costumam ser repetidos periodicamente conforme orientação médica.

Nefropatia diabética tem volta?

Em fases iniciais, a perda de albumina pode diminuir com bom controle da glicose, da pressão e uso de medicamentos protetores. Nas fases mais avançadas, o objetivo é frear a progressão e preservar a função que resta pelo maior tempo possível.

Preciso de nefrologista se já tenho endocrinologista?

Quando há albumina na urina persistente, queda da filtração renal ou pressão difícil de controlar, sim. O endocrinologista cuida do diabetes e o nefrologista acompanha os rins. Na Cognus, os dois atendem no mesmo endereço e podem conversar sobre o caso.

O que é microalbuminúria no exame de urina?

É a perda de pequenas quantidades de albumina na urina, um sinal precoce de lesão renal. Hoje muitos laudos chamam de albuminúria aumentada. O resultado precisa ser confirmado em novo exame e, se persistir, avaliado pelo médico.

Como começar o acompanhamento da nefropatia diabética

Na Cognus, nefrologia e endocrinologia trabalham lado a lado para detectar cedo a lesão renal do diabetes e organizar um cuidado contínuo.

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Conteúdo informativo revisado por Dr. Diêgo Figueiredo (CRM 26672-DF) em 25/09/2026. Não substitui consulta: diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual. Responsável técnico: Dr. Diêgo Figueiredo, CRM 26672-DF.

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